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Quarta-feira, 17 de Dezembro 2025

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Dificuldade para atrair trabalhadores preocupa grupo que administra a BR-364 em Rondônia

Presidente do consórcio afirma que profissionais preferem atuar em outras regiões e cita falta de mão de obra no estado, apesar da baixa taxa de desemprego.

Dificuldade para atrair trabalhadores preocupa grupo que administra a BR-364 em Rondônia
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A Nova BR-364, concessionária responsável pelo trecho entre Vilhena e Porto Velho, enfrenta um desafio inesperado: a dificuldade de contratar engenheiros e operários para as obras de infraestrutura previstas no contrato de concessão. A rodovia, essencial para o escoamento do agronegócio rondoniense, foi arrematada em leilão na B3 em fevereiro deste ano, mas agora sofre com a falta de trabalhadores dispostos a atuar no estado.

De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, executivos ligados ao projeto apontam que a mão de obra local está concentrada no agronegócio, o que limita a disponibilidade para o setor da construção civil. Ainda assim, Rondônia registrou uma das menores taxas de desemprego do país, com apenas 2,3% no segundo trimestre, segundo a Pnad Contínua.

O CEO da Nova BR-364, Wagner Martins, informou que os engenheiros principais já foram contratados, mas as empreiteiras precisarão de cerca de 2 mil trabalhadores adicionais para as obras. Marcelo Stachow, presidente do grupo controlador das concessões da BR-364 e BR-381, reforçou a dificuldade: “Ninguém quer ir para Rondônia, trabalha em outra [concessionária]”, afirmou.

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Empresas têm oferecido salários maiores para tentar atrair profissionais, o que encarece os custos e pressiona as margens das concessionárias. O cenário é diferente de estados como Minas Gerais, onde a mineração mantém um mercado de trabalho mais dinâmico.

Mesmo com os desafios, a Nova BR-364 deve começar a gerar receita já em 2026, com o início da cobrança de pedágio no modelo free flow — sem cancelas físicas. Os investimentos poderão ser financiados por meio de project finance ou pela emissão de debêntures incentivadas.

O contrato de concessão, com duração de 30 anos, prevê R$ 6,53 bilhões em obras e R$ 3,9 bilhões em manutenção, incluindo a duplicação de 114 km, construção de 200 km de faixas adicionais, 20 passarelas e 19 km de vias marginais.

FONTE/CRÉDITOS: https://www.rondoniadinamica.com/
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