As Cataratas do Iguaçu, situadas na divisa entre Brasil e Argentina, formam um espetacular conjunto de 275 quedas d'água que se estendem por cerca de 2,7 km. Elas se originaram em rochas basálticas, formadas por antigos fluxos de lava na Bacia do Paraná, e são conhecidas por sua imensa beleza e grandiosidade natural.
Em condições típicas, o fluxo médio das cataratas é de aproximadamente 1,5 milhão de litros de água por segundo. Contudo, após chuvas intensas, esse volume pode aumentar consideravelmente. Por exemplo, em maio de 2024, a vazão atingiu impressionantes 8,3 milhões de litros por segundo, um aumento de mais de cinco vezes o fluxo usual.
Para permitir que os visitantes tenham uma visão mais próxima da maravilha, foram erguidas passarelas e mirantes que oferecem panoramas excepcionais, em especial da Garganta do Diabo, a maior e mais imponente queda do complexo. A construção dessas estruturas exigiu adaptações especiais de engenharia, garantindo segurança e minimizando o impacto ambiental. Elas foram projetadas para resistir a variações na vazão e nas condições climáticas, embora em casos de vazões extremamente altas, algumas áreas possam ser temporariamente fechadas por questões de segurança.
Vale destacar que, apesar da solidez das construções, fenômenos climáticos intensos podem afetar a segurança e o acesso às proximidades das cataratas. Por isso, é essencial que os visitantes verifiquem as condições locais e sigam as orientações fornecidas pelas autoridades do Parque Nacional do Iguaçu para desfrutar de uma experiência segura e inesquecível.